Por meio de pesquisa online, a empresa de produtos de segurança digital Avast constatou que os brasileiros não estão protegendo adequadamente suas contas online. Os dados mostraram ainda que 95% dos brasileiros não consideram números, caracteres especiais, letras maiúsculas e minúsculas ao criar senhas. Também não criam senhas que tenham pelo menos 10 caracteres. A pesquisa constatou ainda que mais metade dos brasileiros (51%) usa a mesma senha para proteger várias contas, colocando-as em risco de serem violadas.

O levantamento apurou que muitos brasileiros incluem dados pessoais em suas senhas, informações que podem ser encontradas em suas contas nas mídias sociais e podem ser usadas por cibercriminosos para violar as senhas. Assim, o próprio nome ou o nome de um membro da família é usado por 23%; nome do animal de estimação (8%); data de aniversário (14%); palavras relacionadas ao seu hobby (9%); dados do endereço residencial (3%); nome do seu livro ou filme favorito (6%); nomes de celebridades (5%) e nome do site, no qual usa a senha (4%).

A Avast ressalta que, apesar de uma série de violações de dados de alto perfil terem sido notícia nos últimos meses, a pesquisa revela que os brasileiros ainda não estão criando senhas fortes. Em particular, muitos não conseguem criar senhas com pelo menos 10 caracteres e incluir números, caracteres especiais e letras maiúsculas e minúsculas (95%) ou criar senhas com pelo menos 10 caracteres e incluir números e caracteres especiais (94%).

Mais da metade (51%) dos brasileiros reutilizam senhas para proteger múltiplas contas e, aqueles que fazem isso, 88% admitem estar cientes de que a prática é arriscada. Quando questionados a razão que ainda os levam a aderir ao hábito, 52% disseram que só podem memorizar um número limitado de senhas, 22% afirmam que não acreditam que as informações de suas contas sejam valiosas e 12% são preguiçosos demais para mudar sua senha.

Já 58% dos brasileiros nunca verificaram se o endereço de e-mail esteve envolvido em uma violação de dados. Em média, 21% dos entrevistados mudaram suas senhas após serem informados de uma violação. Já outros 23% nunca mudaram suas senhas, enquanto 25% o fazem uma vez por ano, 14% a cada seis meses e apenas 17% alteram suas senhas a cada três meses ou com maior frequência.





Fonte: http://www.telesintese.com.br/maioria-dos-brasileiros-usa-senhas-fracas-na-internet-diz-pesquisa/

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