Conforme a tecnologia cresce, o uso dela também cresce. Pessoas e empresas precisam se preparar para esse ambiente de constante mudança, por isso consultorias como IDC e Gartner sempre lançam listas de tendências da indústria de TI para o próximo ano.  

Essas tendências estão estruturadas com foco em pessoas e espaços inteligentes, ou seja, considerando como a tecnologia irá afetar as pessoas e os espaços onde elas vivem. 

Demos uma garimpada nessas listas e trouxemos para você as tendências mais legais para o ano 2020, confira: 

Hiperautomatização

A automatização utiliza tecnologia para automatizar tarefas que eram feitas por pessoas, a hiper automatização lida com a aplicação de tecnologias avançadas, incluindo inteligência artificial e machine learning para automatizar cada vez mais os processos e amplificar as capacidades humanas. 

Nenhuma ferramenta pode substituir seres humanos, por isso a hiper automatização envolve uma combinação de ferramentas, incluindo RPA (robotic process automation), iBPMS (intelligent business management software) e inteligência artificial com o objetivo de aumentar as tomadas de decisão baseadas em IA. 

Multiexperiência 

A multiexperiência substitui a tecnologia alfabetizando as pessoas pelas pessoas alfabetizando a tecnologia. Essa tendência vem para confirmar que a tradicional ideia do computador, que envolve somente um ponto de interação, já ficou para trás. Hoje a ideia de computador inclui multi pontos de toque, interfaces como wearables e sensores avançados. 

No futuro essa tendência será chamada de experiência do ambiente, mas hoje ela foca em experiências imersivas que utilizam realidade aumentada, realidade virtual, interfaces multicanal humano-máquina, entre outras tecnologias.  

Democratização da tecnologia 

Democratizar a tecnologia significa prover fácil acesso à expertise técnica sem um treinamento muito extenso ou caro. Essa tendência foca em quatro áreas chave: desenvolvimento de aplicações, análise de dados, design e conhecimento. 

A democratização pode permitir que desenvolvedores gerem modelos de dados sem necessariamente ter que ter habilidades de um cientista de dados, eles contariam com desenvolvimento focado em inteligência artificial para gerar códigos e testes automatizados. 

Transparência e rastreabilidade 

A evolução da tecnologia está criando uma crise de confiança. Enquanto os consumidores se tornam mais atentos sobre como seus dados estão sendo coletados e utilizados, as empresas também reconhecem o aumento da responsabilidade de armazenar e coletar dados. 

Adicionalmente, a inteligência artificial e o machine learning estão cada vez mais sendo usados para tomadas de decisão, envolvendo a crise de confiança e a necessidade de ideias como uma governança de inteligência artificial. 

Essa tendência precisa focar em seis elementos chave de confiança: ética, integridade, abertura, competência, consistência e prestação de contas. 

Empoderamento do edge computing 

Edge computing é a rede de dispositivos de “borda” que abrange qualquer coisa que estiver conectada, desde carros sem motorista e drones até dispositivos de IoT, onde o processamento de informação e a coleta e entrega de conteúdo estão mais perto das fontes da informação. O edge computing empoderado olha para como os dispositivos estão crescendo e formando espaços inteligentes, além de trazerem aplicações chaves e serviços para perto das pessoas que os utilizam. 

Nuvem distribuída 

Nuvem distribuída se refere à distribuição de serviços de nuvem pública para localidades que estão fora dos provedores físicos (data centers), mas que ainda são controlados pelo mesmo provedor. Nessa tendência o provedor da nuvem é o responsável por todos os aspectos da arquitetura do serviço da nuvem: entrega, operações, governança e atualizações. A evolução de uma nuvem pública centralizada para uma nuvem pública distribuída abre a nova era do cloud computing. 

A nuvem distribuída permite que data centers estejam localizados em qualquer lugar. Isso resolve tanto o problema técnico da latência quanto os desafios regulatórios como a soberania de dados.  

Coisas autônomas 

Coisas autônomas incluem drones, robôs, navios e aplicações, exploram inteligência artificial para melhorar a performance de tarefas que geralmente são realizadas por pessoas. Essa é uma tecnologia que opera em um espectro de inteligência que vai do semiautônomo ao completamente autônomo, em diversos ambientes, incluindo ar, água e terra. 

Enquanto atualmente coisas autônomas existem primordialmente em ambientes controlados a tendência é que elas eventualmente se desenvolvam para estarem em espaços públicos.  

Blockchain na prática 

Blockchain é um tipo de registro distribuído, uma lista ordenada cronologicamente em expansão de criptografia assinada, registros transacionais irrevogáveis compartilhados por todos os participantes de uma rede. O Blockchain também permite o rastreio de ativos de volta à sua origem, o que é benéfico para os ativos tradicionais, mas também abre caminho para outros usos, como rastrear doenças transmitidas por alimentos de volta ao fornecedor original. 

O Blockchain hoje já está sendo utilizado de maneiras experimentais e em pequenos projetos, mas nos próximos anos será bastante escalável. 

Segurança com Inteligência Artificial 

O avanço da tecnologia com a automatização das coisas traz muitas oportunidades de transformação no mundo dos negócios, porém também criam vulnerabilidades de segurança. Times de segurança precisam enfrentar os desafios e estarem cientes de como a Inteligência Artificial afetará a segurança. 

Fonte: https://www.itforum365.com.br/as-tecnologias-que-estarao-em-alta-em-2020/


0 comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

×

Olá!

Clique em um dos nossos representantes abaixo para conversar no WhatsApp ou envie-nos um email para [email protected]

× Como posso te ajudar?